Comunidade de singularidades _______ com Maria Gabriela Llansol
Fernanda Leal, Lucia Castello Branco, Rosi Isabel Bergamaschi Chraim e Tatiana Pequeno (organizadoras)
Ficha técnica:
Edição: Amitié Casa Editorial
Projeto gráfico e capa: Fernanda Leal
Diagramação: Fernanda Leal
Imagem da capa: Ausência, 2024 (capa) Casa, 2023 (verso da capa), autoria Fernanda Leal
Autores: Ayanne Sobral, Daniela Lima, Erick Gontijo, Fernanda Leal, Janaina de Paula, João Rocha, Jonas Samudio, Lucia Castello Branco, Maria Inês de Almeida, Patrícia Kauark, Simone Moschen, Suely Aires e Tatiana Pequeno
Sobre o livro:
Este livro nasce do II Breve Encontro Intenso com Maria Gabriela Llansol, intitulado “Comunidade de singularidades”, expressão extraída de um de seus cadernos, que nos trouxe até Salvador, por nossa própria conta, risco e alegria, em meio à greve das universidades federais brasileiras, no período de 16 a 18 de maio de 2024, na inspiradora casa de Castro Alves, com a varanda aberta para a Bahia de Todos os Santos. Ali se reuniram cerca de sessenta pessoas que vieram de Norte a Sul do Brasil – artistas, pesquisadoras, alunas, professoras, psicanalistas, escritoras –, em torno desse texto que nos mantém juntos, há mais de trinta anos e intensamente nos tempos de pandemia e pós pandemia, em disciplinas online e presenciais na UFMG, na UFBA e na UFRGS, no blog fio de água do texto, na Casa Tombada.
O I Breve Encontro Intenso, realizado em 20 de outubro de 2011, na Faculdade de Letras da UFMG, tinha como título “A cura da literatura”. E talvez tenha sido mesmo essa cura e a curadoria desse texto o que nos tenha permitido radicalizar nossas leituras em torno do que hoje chamamos de psicanálise literária e que nos permite enfim inserir as desocidentadas, as absolutamente sós, as transpoéticas e as textuantes no campo do que a própria Llansol chamaria de “feminino de ninguém”. Dele aproximamos a paisagem, esse terceiro sexo tão complexo quanto os sexos do homem e da mulher.
Quis o trânsito de uma carta – aquela que nunca acaba de chegar, mas sempre chega a seu destino – que o II Breve Encontro ocorresse na cidade de Salvador, esta em que a independência da Bahia se comemora não a 7 de setembro, mas a 2 de julho, numa das festas populares mais incríveis deste imenso país. É, portanto, nessa data que as provas deste livro vão ao prelo, livres da colonização epistêmica de legentes que se encontraram, um dia, com estas palavras: “a língua é a portuguesa, mas o pensamento está a alargar-se”.
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R$ 80,00Preço
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